Aqui nesse universo desconexo, eu me encontro de tempos em tempos. Mesmo que nada mais faça sentido. Mesmo que eu já não exista mais.
O abismo abraça o céu enquanto a água é quente e doce. E os meus pés descalços dançam o último som. Sem saber que seria o fim.
Se eu virar arte, talvez eu escape.
