maio 24, 2009

Stress do mal.


É como se tudo congelasse por alguns segundos.
Ela não pode respirar. E parece que não preciso disso para continuar.
Não há nenhum batimento cardiaco.
Quando ela consegue finalmente se situar percebe a respiração ofegante e o coração disparado.
E me dou conta de que não posso ficar sem ele.
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Orgulho de nada.
Besta que só. Dos dois.

Ele disse que quando desligou não conseguia sentir as pernas. E era tudo por minha causa.
Pela ideia, longe que fosse, de não estarmos mais juntos.

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Glen.


[Eagoradepoisdetudoagentetemmaiscertezaumdooutro.] .~



[DasAntigasQueEstavamNoRascunho]