agosto 24, 2010
agosto 22, 2010
Só os melhores
agosto 15, 2010
Vovobox
agosto 13, 2010
Contra o voto obrigatorio vote nulo.
Votar é um direito, não deveria ser considerado um dever. Diferentemente do que acontece nos países democráticos, no Brasil o voto é obrigatório – algumas pessoas são inclusive, sem que hajam cometido crime algum, condenadas a um dia de trabalhos gratuitos para o Tribunal Eleitoral. Dizem alguns que “a penalidade ao descumprimento é leve...” Não há pena leve ao objetor de consciência! Desde quando deixar de exercer um direito civil (como casar-se, ter ou deixar de ter uma religião) implica em receber uma multa, pouco importa de que tamanho, e outras sanções do Estado?A vasta maioria, de bom-grado ficaria em casa no dia das votações, particularmente por não se interessar no teatrinho que muda alguns nomes mas mantém o cerne das questão, o encaminhamento econômico da Nação, exatamente como está.
A decisão final para o cargo majoritário (a Presidência da República), portanto de todos os subalternos, de “situação” e “oposição”, acerca do encaminhamento da política econômica nacional já está tomada. Caberá ao eleitor decidir, se para o encaminhamento da economia brasileira a favor do Mercado (sobretudo “de capitais”), portanto contra os interesses do povo brasileiro deverá ser eleito o/a candidato/a A, B ou C.
As campanhas centradas na Propaganda esvaziam o espaço público, transformam o cidadão em consumidor e o candidato em mercadoria. Está fora da pauta dos debates políticos durante a campanha o cerne de todas as questões: a economia continuará a ser dirigida pelo grande capital financeiro ou o povo brasileiro se unirá contra essa tirania?
Durante a campanha eleitoral se debate quase tudo e todos os candidatos manifestam opiniões concordantes com aquelas da maioria de seu eleitorado. Já o exercício da função para a qual se elegem não tem absolutamente nada a ver com o que disse (ou prometeu, ou mesmo “registrou em cartório”) durante a campanha. Assim, digam os candidatos o que disserem durante a campanha, já não é mais desculpável sequer fingirmos acreditar. Mas o Estado Nacional Brasileiro nos obriga a votar! Contra o voto obrigatório exercemos o nosso protesto através do VOTO NULO.
A Urna Eletrônica como única forma de votar só existe no Brasil e no Paraguai. Sem que a população esteja informada em profundidade acerca de como é feito o processamento de dados, durante o dia de votações sempre se reportam inúmeros casos de falhas, defeitos e fraudes. Ainda assim, o resultado é anunciado antes mesmo que todos os eleitores tenham sufragado a sua vontade.
Esclarecendo que o voto em Branco, no Brasil, é computado para o candidato ou partido que é majoritário, portanto deve ser evitado. Para votar nulo, deve-se digitar um número de candidato inexistente (“00000” ou “999999”) e a tecla “Confirma”. O Estado Nacional Brasileiro, se faz presente junto ao Eleitor na Urna, através de sua própria propaganda avisando com caracteres e ruídos diferentes que, assim fazendo, estaremos “votando errado”.
Como se não bastasse nos obrigarem a sair de casa, entrar em filas e nos dirigirmos às máquinas de votação, ao anular o voto, o Estado Nacional Brasileiro se intromete na intimidade do momento do voto e afirma “assim fazendo, você está errando”. Supere a repugnância e confirme! Com um número significativo de votos nulos forçaremos o Estado Nacional Brasileiro a suprimir esta obrigatoriedade espúria que nos oprime.
Alguns arrgumentos a favor do Voto Facultativo
1) Votar, em qualquer país genuinamente democrático do mundo, é um direito e não um dever;
2) O voto facultativo melhora a qualidade do pleito eleitoral pela participação de eleitores conscientes e motivados, em sua maioria;
3) A participação eleitoral da maioria decorrente do voto obrigatório é um mito;
4) É ilusão acreditar que o voto obrigatório possa gerar cidadãos politicamente evoluídos;
agosto 12, 2010
sonooo..
agosto 10, 2010
Metamorfose
[Andresa, Dayana, Pollyana, Elisa, Kathelyn e Lilia]"Mude.
Mas comece devagar,
porque a direção é mais importante que a velocidade.
Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde, mude de mesa.
Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas,
calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você
passa.
Tome outros ônibus.
Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos. Procure andar descalço
alguns dias.
Tire uma tarde inteira pra passear livremente na
praia, ou no parque,
e ouvir o canto dos passarinhos.
Veja o mundo de outras perspectivas.
Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma do outro lado da cama...
depois, procure dormir em outras camas.
Assista a outros programas de TV, compre outros
jornais... leia outros livros.
Viva outros romances.
Não faça do hábito um estilo de vida.
Ame a novidade.
Durma mais tarde. Durma mais cedo.
Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.
Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.
Tente o novo todo dia,
o novo lado, o novo método, o novo sabor, o novo
jeito, o novo prazer, o novo amor, a nova vida.
Tente.
Busque novos amigos.
Tente novos amores.
Faça novas relações.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
tome outro tipo de bebida, compre pão em outra
padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.
Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,
outro creme dental...
tome banho em novos horários.
Use canetas de outras cores
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.
Troque de bolsa, de carteira, de malas,
troque de carro, compre novos óculos, escrevas outras
poesias.
Jogue fora os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros, outros
teatros, visite novos museus.
Mude.
Lembre-se que a vida é uma só.
E pense seriamente em arrumar um novo emprego,
uma nova ocupação, um trabalho mais light, mais
prazeroso,
mais digno, mais humano.
Se você não encontrar razões para ser livre,
invente-as.
Seja criativo.
E aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa,
se possível sem destino.
Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.
Você certamente conhecerá coisas melhores
e coisas piores do que as já conhecidas.
Mas não é isso o que importa.
O mais importante é a mudança, o movimento, o
dinamismo, a energia.
Só o que está morto não muda!"

Gaita

agosto 08, 2010
Viver.




